Raças de gatos - Persa

Originário na antiga Pérsia (actual Irão), tem um aspecto redondo, compacto e robusto, percepção a que não é alheio o volume de pêlo que apresenta.

 

É um gato dócil, de temperamento pacífico e tranquilo, muito afectuoso e apesar da ideia generalizada de insubordinação felina, o Persa consegue desenvolver uma relação muito estreita com os seus donos.

 

Não tem, ao contrário de muitos gatos, um instinto predatório muito aguçado, sendo pacífica a coexistência com outros animais.

 

Esta raça de gatos necessita de um cuidado especial e constante da limpeza dos olhos, que lacrimejam e mancham a pelagem.

 

É de extrema importância, uma escovagem diária com uma escova apropriada uma vez que a sua pelagem facilmente cria muitos nós.

 

Estes gatos têm pouca resistência ao calor e não são muito activos.

 

Características físicas:

 

- Peso: machos (4 a 5 kg) e fêmeas (3 a 4 kg);

- Cores: várias combinações de cores;

- Pelagem: espessas, abundante, longa e sedosa;

- Curiosidade: muito dorminhoco.

 

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Onde comprar comida para gatos desta raça?

Nós temos a solução. Experimente a ração da Royal canin adequada para Persas bebés e adultos.

Pode optar por uma ração para cuidado do pêlo, como a Advance Cat Adult Sensitive Salmon & Rice, da marca Advance da Affinity. ou indicada para gatos com excesso de peso como a Purina PVD Feline OM - Obesity Management 5 kg da marca Pro Plan Purina.

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Raças de cães - Labrador retriever

Labrador retriever, um cão que se caracteriza por ser ágil, seguro e obstinado.

 

É um cão dotado de excelente olfacto e nada bastante bem.

Sabe recolher toda a caça, tanto na terra como na água.

 

Um cão bastante equilibrado e nada agressivo. O seu bom carácter faz dele um excelente cão de companhia.

 

A sua educação exige firmeza e delicadeza, são extremamente inteligentes e aprendem tudo o que o dono quiser.

 

Quanto treinados, podem ser excelentes cães-guia.

 

Esta raça tem muita energia e boa disposição e necessita de muita actividade física.

As caminhadas longas, são óptimas na prevenção de problemas articulares e da anca.

 

Características físicas:

- peso: 33 a 45 kg

- altura: 55 a 58 cm ao garrote

- cores: amarelo, chocolate e preto

- Camada dupla de pelos: uma externa que é dura e comprida e, abaixo desta, uma pelagem fina e macia.

 

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Conheça aqui as várias rações de cães disponíveis no nosso site. Para estas raça de cães, deverá optar sempre por uma ração adequada a cães de raça grande.

 

Há rações formuladas especificamente para esta raça, de acordo com as suas características, como por exemplo Advance Dog Labrador & Golden Retriever Adult 12 Kg, Royal Canin Labrador Retriever Adult 12 Kg, Royal Canin Labrador Retriever Puppy 12 Kg e Royal Canin Labrador Retriever Adult Sterilised 12 Kg.

 

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Marcação e eliminação inadequadas

A marcação é induzida pelas hormonas sexuais, por isso, tanto em cães como em gatos aconselha-se a castração, se surgir esse comportamento.

 

A marcação é o processo no qual os animais delimitam o seu território. Podem defecar, mas normalmente são pequenas urinas repartidas pelo perímetro da casa.

 

A eliminação inadequada não significa o mesmo que a marcação. Neste caso, o animal urina e defeca fora do lugar adequado, mas não o faz para marcar território.

 

Nesta situação a primeira coisa a fazer é descartar a possibilidade de haver uma patologia, como uma cistite (inflamação da bexiga) ou alguma doença que produza poliúria/polidipsia (urinar e beber em excesso).

 

Outra das causas de eliminação fora do sítio consiste no medo e ansiedade por separação. O stress também pode produzir este comportamento.

 

No caso dos gatos, há que avaliar se a caixa e a areia cumprem determinadas características: a caixa deve ser grande e baixa, sem moldura, deve estar num local longe da comida e da cama. Deve ser aberta, com um altura de areia de 5 cm, não perfumada e preferencialmente aglomerante (cria-se uma pedra ao ser humedecida com a urina, o que facilita a limpeza).

 

Outro dado importante é o número de caixas que deve ser igual ao número de gatos +um.

 

Em quase todos os casos o problema corrige-se com uma boa escolha do número, lugar e tipo de caixa e areia.

 

Para não haver problemas de comportamento, recomenda-se:

- uma boa socialização

- uma educação continuada

- a observação da linguagem dos gatos

- o uso de feromonas para os gatos

 

Existem ainda alguns produtos que ajudam a evitar este comportamento por parte dos cães e gatos como Beaphar Gel Educador para Exterior 480 g, Keep Off Spray Repelente Plus 500 ml, Beaphar Pulverizador Educ'Extérieur 400 ml, Camon Repelente Spray Interior/Exterior 300 ml.

 

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Raças de gatos - British Shorthair

British shorthair, considerada uma das raças de gatos mais belas e procuradas em todo o mundo. Esta raça chama a atenção de todos, pelo seu porte físico, pelo seu olhar penetrante ou pela sua belíssima e característica pelagem.

 

Amigável e afectuoso, não é uma raça que exija muita atenção. Muito inteligente, tranquilo e discreto.

 

É um gato que prefere ficar em casa, em vez de caminhar ao ar livre.

 

Este imponente amigo, tolera muito bem a presença de crianças e cães e adapta-se facilmente a qualquer ambiente.

 

O gato de raça british shorthair apresenta um instinto de caça e alerta muito apurados.

A sua natureza independente, não o caracteriza, como noutras raças, pela busca constante de atenção, apesar de ser carinhoso e leal.

 

Características físicas:

 

- peso: machos (4,1 a 7,7 kg) fêmeas (3,2 a 5,4 kg);

- cores sólidas: cinzento, preto, branco, creme, chocolate. Bicolores também são comuns.

- pelagem curta e densa

 

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Raças de caes - Bulldogue francês

Bulldogue francês, uma raça oriunda de França, um animal activo e corajoso.

 

O bulldogue francês é um cão brincalhão e divertido, mas também teimoso.

É um preguiçoso, adora dormir e ressona bastante.

 

Tem uma personalidade forte, é bastante afectuoso, inteligente e amável, é um companheiro que exige muita atenção e afecto.

 

Este pequeno e trapalhão é meigo com as crianças, mas pode ser agressivo com outros cães.

 

A sua educação deve ser iniciada precocemente e deve ser firme, mas com delicadeza e persuasão.

 

Estes cães, de porte pequeno mas robusto, necessitam de actividade física diária, mas sempre com muito cuidado, principalmente nas épocas mais quentes.

A temperatura ambiental elevada é prejudicial a esta raça. Este cães podem sofrer e até apresentar problemas de saúde em dias de muito calor.

 

Características físicas:

 

- peso: 8 a 14 kg

- altura: 30 a 36 cm ao garrote

- cor: fulvo, tigrado, castanho, creme e branco

- cauda muito curta

- pelagem: curta e a pele pode apresentar rugas e pregas

- orelhas: são erectas, com formato triangular e pontas arredondadas.

 

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Existem rações formuladas especificamente para cães de raça bulldogue francês como Advance dog adult french bulldog e Royal Canin french bulldog adult.

 

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Identificação de uma urgência

Uma urgência é um processo que põe em perigo a vida do seu animal de estimação.

 

Na urgências dos hospitais veterinários também se atendem muitas outras patologias que realmente não são urgentes, mas que o dono considerou como tal.

 

É importante perceber quando é necessário ir às urgências ou quando é possível esperar pelo dia seguinte e ir ao veterinário habitual.

 

Numa urgência real, devem ser observados os seguintes problemas:

- Obstrução das vias aéreas;

- Dificuldade respiratória;

- Compromisso circulatório;

- Problemas neurológicos.

 

O animal pode apresentar diferentes sintomas, para diferentes urgências:

- Sistema respiratório: esforço respiratório, pescoço esticado, respiração pela boca no caso dos gatos, respiração abdominal, ruídos respiratórios anormais, etc.

- Sistema circulatório: mucosas pálidas, alteração da pulsação, hipotermia, hemorragias, etc.

- Sistema nervoso: inconsciência, convulsões, paralisia, cabeça de lado, andar em círculos, etc.

 

As urgência mais frequentes em animais são:

- Politraumatismos: os animais podem apresentar politraumatismos por diversas causas, como lutas, atropelamentos, quedas, as quais são típicas dos ''gatos paraquedistas'' (gatos que caem das janelas). Os danos mais frequentes nestes casos são: feridas, fracturas, hemorragias e ruptura de orgãos.

- Intoxicações: estas podem ser tópicas, através do contacto directo com tóxicos, ou orais, através da ingestão de objectos ou alimentos tóxicos.

A mais comum é a intoxicação por chocolate. Muitos donos não sabem, mas o chocolate é tóxico para os animais de estimação devido ao seu conteúdo em teobromina.

- Estados epilépticos: os cães também podem sofrer de ataques epilépticos, apresentando convulsões. Estes ataques podem ser provocados por intoxicações, traumatismos, ou a existência de uma doença subjacente à convulsão.

- Golpe de calor: Os golpes de calor são frequentes em cães que ficam fechados nos carros com os vidros fechados e ao sol. Este animais apresentam hipertermia elevada, taquipneia e taquicardia. Pode chegar a provocar vómitos, e inclusive síncopes ou até mesmo a morte. Os animais braquicefálicos, como bulldog francês, boxer, entre outros, têm maior probabilidade de sofrer um golpe de calor.

 

Dirija-se a um médico veterinário se o seu animal de estimação estiver perante uma situação urgente.

Caso contrário, evite ir a uma consulta de urgência e marque uma consulta com o seu médico veterinário habitual.

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Raças de cães - Dogue alemão

 

Já conhece o dogue alemão? O grande e gigante ''pachorrento''?

 

Hoje vamos falar um bocadinho sobre esta raça de cães.

 

Oriundo da Alemanha, conhecido pelo seu porte gigante, é considerado um animal pacífico. Um cão gentil, meigo , carinhoso sensível, obediente e afetuoso, principalmente com crianças.

 

É um animal calmo, com um temperamento equilibrado, ladra muito pouco e só se torna agressivo se as situações assim o exigirem. Este grande e majestoso poderá atacar para proteger o dono ou a sua residência.

 

É um excelente vigilante e defensor do seu território, mantém a distância e é cauteloso com estranhos.

 

A sua educação deve ser precoce, realizada com paciência e firmeza.

 

Devido ao seu porte, é considerado um cão de raça gigante e irá precisar de muito alimento um que implicará um custo elevado para a manutenção deste animal de estimação.

 

É um excelente cão de família de perfil atlético e musculado.

 

Características fisícas:

 

- peso vivo: 50 a 75 kg

- altura: 76 a 85 cm ao garrote

- Cor: preto, castanho, tigrado, branco com manchas pretas, preto com manchas brancas no pescoço, pernas e na ponta da cauda.

- pelagem: curta, densa e lustrosa

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''Quebra cabeças'' para os animais de estimação

Sabia que 10 minutos de jogos e estimulação mental substituem quase uma hora de exercício?

 

Na natureza, os animais têm que procurar comida e dessa forma estimulam o cérebro em busca de alimento, com os nossos animais domésticos isso não acontece e o estimulo está ausente.

Mesmo um cão que esteja cansado fisicamente, pode sentir-se entediado e daí vêm os problemas associados a comportamentos destrutivos.

 

O seu animal de estimação precisa de um estímulo mental. Quer uma ajudinha?!

 

1 - Treino

O treino básico é essencial e pode começar com um simples ''aqui'', ''senta'', ''não'', ''deita'', ''fica'' etc.

Pode ensinar os truques dando recompensas, para que o seu cão se sinta motivado.

Se o seu cão é indiferente à comida, pode utilizar o brinquedo preferido dele.

O treino básico está completo, quando ele sabe os comandos gerais/essenciais.

Não avance para truques complexos, quando o seu cão ainda não conseguiu aprender o essencial para o dia-a-dia.

O seu cão já se sabe deitar, sentar, vir à sua chamada, ouvir o não, esperar e andar junto? Agora sim, pode avançar com os truques mais complexos, basta puxar pela imaginação. Pode ensinar o seu cão a apagar a luz, a ir buscar a manta para tapar os seus pés no sofá, entre muitos outros truques que poderão ser úteis.

O treino é um estímulo mental muito bom, os cães gostam de ''servir'' os seus donos e gostam de se sentir úteis.

Para além disso, um cão treinado, tem menos probabilidade de sofrer alterações comportamentais e será um prazer passear com ele na rua e receber amigos em sua casa!

 

2 - Jogos educativos

O seu animal de estimação tem a capacidade de decorar centenas de coisas. Pode ensiná-lo a distinguir cores e formas ou até mesmo ensinar que ele organize os seus brinquedos numa caixa.

Pode ensinar a encontrar objectos, começando por esconder o seu brinquedo preferido para que ele possa procurá-lo com o comando ''busca''. Quando o cão encontrar o brinquedo e trouxer até sim, recompense e elogie.

Pode também esconder-se e ensinar o seu cão a encontrá-lo pelo cheiro.

Há um jogo com copos que pode ser feito, para encontrar o biscoito e dessa forma treinar a memória. Vire 3 copos (ou mais) para baixo, coloque um biscoito dentro de um deles, troque as posições e ensine o seu cão a tocar no copo que esconde o biscoito. Aumente o número de copos e biscoitos gradualmente.

 

3 - Brinquedos

É possível criar brinquedos de estimulação mental em casa, mas será melhor optar pelos que são fabricados exclusivamente para animais. A maioria destes brinquedos é fabricado com base nos instintos alimentares e com todos os requisitos de segurança.

Os mais populares são as bolas onde pode ser colocada a ração ou os ''kong''.

Há muitos tabuleiros complexos e também labirintos que estimulam o seu animal de estimação.

Nunca deixe o seu cão sozinho com estes brinquedos, muito menos se forem feitos à mão. O cheiro a comida pode frustrá-lo e levá-lo a destruir e engolir objectos partidos e perigosos.

 

 

Se o cão tiver estimulação mental diária, irá ser um cão mais independente e obediente ao dono. Se complementar com exercício físico, o seu cão será mais saudável e feliz.

 

Tire 10 minutos do seu dia para ensinar truques ao seu cão! São apenas 10 minutos =)

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Aprenda a entender a linguagem do seu cao

Os animais não conseguem dizer que dói e nem todas as patologias são identificadas rapidamente.

Mas o seu cão consegue transmitir sinais de que algo não está bem.

 

Como entender se o seu cão está doente?

 

Quando não há força nenhuma ou falta de apetite, pode indicar que o seu animal não está bem. Não há problema se houver um dia em que o cão não apresente apetite, mas se ele estiver em baixo e fraco constantemente, pode ser preocupante.

 

Conheça os principais sinais

 

1 - Rosnar, uivar, ladrar, chorar

Alguns animais de estimação já têm o hábito de emitir alguns destes sons, mas uma actividade excessiva deverá ser motivo de alerta. Os animais podem rosnar, uivar, chorar ou ladrar mais, se sentirem algum tipo de desconforto.

 

2 - ''Autocuidado'' intrusivo

Os cães tentam lidar com as suas doenças sozinhos. Eles lambem feridas, esfregam os olhos com as patas, coçam-se e roem objectos duros quando têm dores na boca. Se verificar que o seu cão faz isso constantemente e excessivamente, fique alerta e leve-o a um veterinário.

 

3 - Distúrbios do sono

Se o cão estiver fraco, ele irá descansar durante mais tempo, períodos de descanso mais longos do que o habitual, podem ser um alerta e indicar que alguma coisa não está bem com o seu animal de estimação.

 

4 - Mudanças nos hábitos alimentares

Um dos sintomas mais comuns de dor em cães é não ter apetite ou ingerir pouca água. Neste caso a situação pode ser crítica. Mas, atenção! Nalgumas doenças, o cão bebe muito mais água do que o habitual, fique atento a alterações na ingestão!

 

5 - Alterações respiratórias

Após esforço físico é normal que o cão apresente uma respiração mais intensa. É importante observar a sua respiração quando está em repouso, é aqui que as alterações respiratórias são notórias.

 

6 - Postura

O animal procura constantemente uma posição em que se sinta confortável. Por exemplo, se o estômago dói, ele pode deitar-se totalmente curvado. Se o animal deixou de subir degraus ou pular para sítios mais elevados do que o nível do chão, poderá apresentar desconforto nas patas ou até mesmo na coluna e problemas nos ouvidos podem ser notados com o inclinar da cabeça.

 

7 - Agressão inexplicável

Situações desagradáveis e de dor irritam tantos os animais quanto as pessoas. Ele poderá rosnar quando lhe tocar onde dói, ou até mesmo no momento em que ele encontrou a posição certa e está a tentar descansar. Se achar que o seu cão apresenta atitudes agressivas fora do normal, dirija-se a um veterinário.

 

8 - Evitar contacto

Os cães normalmente protegem as zonas do corpo onde sentem dor. Se a lesão é externa, é simples e nós, certamente, não iremos tocar na zona afectada. Mas quando as doenças são nos órgãos internos, a situação é diferente. Se o seu animal não permite que toque nalguma zona do corpo que aparentemente está bem, ou simplesmente foge de si, indica que algo está errado.

Há muitos cães que se escondem em lugares calmos para que não sejam tocados quando sentem dores. No entanto, o animal pode apresentar o comportamento oposto e procurar carícias em excesso na zona onde sente o desconforto.

 

9 - Coxear

Se o animal coxear ou não conseguir dobrar alguma pata, são sintomas óbvios. No entanto, nem sempre estes sintomas se referem aos membros, podem estar relacionados com as doenças da coluna, rim, intestinos, etc.

 

10 - Alterações na urina

Quando o sangue aparece na urina, percebemos imediatamente que o animal está doente. Muitas vezes os animais também deixam de conseguir aguentar o tempo normal e começam a fazer xixi em casa. Isso poderá representar problemas urinários.

 

As dores nos cães são como uma ''bomba-relógio'' e, por isso, é necessário agir o mais rápido possível.

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Controle a saude oral do seu gato

Por razões óbvias, os gatos dependem dos dentes, não só para comer, como também para agarrar objectos, agarrar e matar presas e para defesa, se necessário.

 

Manter os dentes dos gatos saudáveis, prolongará a sua capacidade de funcionar adequadamente, mas também garantirá que o seu animal de estimação tem menos probabilidade de sofrer de problemas de saúde associados à higiene oral. Estas doenças podem ser: diabetes, pressão arterial alta e alguns tipos de cancro.

 

Como dono comprometido e consciente, deverá fazer tudo o que pode para manter a boca do gato o mais saudável possível.

 

Aqui ficam algumas dicas:

 

Escove os dentes dos gatos com escovas apropriadas.

Escovar os dentes regularmente é uma das melhores formas de garantir que a higiene oral do seu gato esteja em dia. Isso permite limpar bactérias e restos de comida antes que prejudiquem a saúde do seu gato.

Use uma escova de dentes apropriada para gatos, são um pouco mais pequenas do que as variedades de escovas para cães e tendem a ter pêlos mais macios, de forma a não irritar ou magoar o tecido das gengivas.

 

Não renuncie as consultas de check-up dentário

Com vidas muito ocupadas que temos, pode ser muito fácil ignorar qualquer tipo de consulta de check-up, principalmente se não houver motivos para suspeitar que há algum problema com o seu gato a nível oral ou geral. No entanto, essas visitas são uma oportunidade para o médico veterinário verificar cuidadosamente a saúde e o estado dos dentes do seu gato.

O diagnóstico e tratamento precoce de qualquer problema são essenciais para que o seu gato tenha o melhor resultado possível. É por isso que os exames dentários regulares são importantes.

 

Faça uma limpeza dos dentes do seu gato pelo menos uma vez por ano (destartarização)

A limpeza dentária é um serviço valioso, uma vez que oferece a possibilidade de realizar uma limpeza que, não é, de todo, possível realizar em casa seja com que método for.

Estas limpezas são feitas com o gatinho anestesiado de forma a que não fique em stress ou ansioso durante o procedimento. Isto é importante porque as ferramentas de limpeza que os médicos veterinários usam podem magoar o gato caso ele se mexa e, por isso, deverá estar imóvel durante a intervenção.

 

Como saber se o gato tem problemas dentários

Pode ser muito difícil detectar que o seu gato está doente ou com dores e isso não é diferente quando existem problemas dentários.

No entanto, existem alguns sintomas que podem ser notados e indicam que deve levar o gatinho ao dentista.

Entre eles estão:

- sangramento das gengivas

- gengivas inchadas, vermelhas ou inflamadas

- dentes que parecem particularmente sujos

- levar a pata à boca constantemente

- baba excessiva, perda de apetite ou deixar a comida cair enquando come

- úlceras nas gengivas, dentes soltos ou mau hálito persistente.

 

Já verificou os dentes do seu gato? Fico atento aos seus comportamentos e ao aspecto dos dentes!

 

E, se precisar de acessórios para a higiene oral do seu gato, encontre aqui escovas e pastas de dentes e ainda um elixir para colocar na água.

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Saiba o que os ''presentes'' dos gatos significam

Os gatos têm uma maneira especial de se apresentarem aos donos com ''presentes''.

Mas o que será que significa quando o seu gato leva para casa um animal morto?

 

Conheça os motivos que fazem com que o seu animal de estimação traga presentes ou, para nós, surpresas desagradáveis para casa.

 

Responder a um instinto

Se o gato aparece com um presente na forma de um animal morto, poderá estar a agir naturalmente, com o desejo de trazer a presa que caçou, de volta a um lugar seguro.

 

Mostrar que se importa

O gato poderá estar a tentar mostrar que dá a devida importância ao dono e por isso esta é apenas umas das formas de agradecer.

 

Para receber atenção extra

Ao levar um animal morto para casa, os gatos sabem que o dono lhes dará mais atenção. Se isto já aconteceu alguma vez e você reagiu muito a esse comportamento, poderá ter reforçado o gato a repetir esse comportamento.

 

Um convite para brincar com ele

Trazer um animal morto pode demonstrar vontade do gato em brincar com o dono. Se por acaso você esteve o dia todo a trabalhar ou ausente por umas horas, o seu gato teve que arranjar forma de se ocupar. Agora que chegou a casa, já pode brincar com ele e já podem passar algum tempo juntos.

 

Os gatos sentem pena de nós

Acredita-se, também, que os gatos pensem em nós como pobres caçadores, sendo que, o presente que eles trazem será para nos premiar. Também podem estar a tentar transmitir a sabedoria de caça, para que possamos aprender com eles.

 

 

Todos os animais de estimação são diferentes e cada presente que eles trazem pode ter um significado diferente, ou até mesmo, nenhum. Mas todos são especiais!

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Nunca é tarde demais para educar o seu cão a caminhar ao seu lado

O seu cão é um mau ouvinte, principalmente se houver muitas pessoas por perto? Sabemos que isso pode tornar-se um problema.

A caminhada pode tornar-se um desafio, sobretudo se o seu ''bebé'' for de porte grande, e o passeio acaba por se transformar num treino de força.

Sabemos que há donos a desejar que não passem outros animais por perto!

 

Saiba que é possível educar o cão e ensinar vários comandos, mesmo que já seja adulto!

 

Treino

 

Pode educar um cão, independentemente da sua idade. Normalmente, o principal problema é a falta de obediência e não a compreensão. Os cães, desde pequenos, que percebem a maior parte das coisas que queremos deles, contudo, existem tantas coisas interessantes à sua volta que, às vezes, o mais interessante não é responder aos comandos do dono.

 

Pode ensinar o seu cão a andar ao seu lado, perto do pé esquerdo, e adaptar-se à sua trajetória e velocidade. O animal de estimação deve acompanhar o dono na caminhada e saber sentar-se sozinho quando você pára.

 

Como?

 

1 - Durante o treino, posicione o seu animal de estimação ao lado do pé esquerdo. Não se apresse, espere um pouco para que o animal se acalme e esteja pronto para lhe dar atenção.

 

2 - Dê o comando ''junto'' e comece a andar, se ele o acompanhar pode logo recompensar. Idealmente, a pata direita deve estar ao nível do seu pé esquerdo, mas isso não é um pré-requisito. Tente andar sempre sem tensão na trela.

 

3 - Se o cão der um puxão, recue e diga ''Não''. Puxe o cão para perto de si novamente, junto do pé esquerdo e diga ''junto''. Sempre com firmeza! Repita o comando e a posição as vezes que forem necessárias. Será necessário paciência e persistência.

 

 

Sempre que o cão estiver na posição pretendida e com a trela folgada, elogie e recompense com um biscoito, ele irá perceber que ali é o lugar certo para caminhar.

 

Ensine o cão a sentar-se sozinho quando você pára

 

Depois de perceber onde deve caminhar, ensine a sentar-se quando você pára. Caminhe normalmente e pare, dando o comando ''senta''. Se o seu cão se sentar logo elogie e recompense com biscoito. É importante haver um elogio juntamente com o biscoito, gradualmente poderá remover as guloseimas para que, naturalmente, se torne um hábito obedecer e receber elogios sem biscoitos.

Caso o seu cão tente saltar neste comando, não incentive, simplesmente ignore e repita o processo, até ele perceber o que você pretende.

 

Pode ensinar a alterar o ritmo da caminhada gradualmente, se ele perceber que terá que andar junto da sua perna esquerda, com a trela folgada, ele irá saber acompanhar o seu ritmo.

 

Não prolongue os treinos por muito tempo, os cães distraem-se facilmente se estiverem cansados e saturados, faça um treino pequeno de 15 a 20 minutos.

 

Aproveite para ensinar o seu cão a utilizar a cama na hora do descanso, quando chegar a casa. Quando ele se deitar na cama, dê o comando ''cama'' exactamente nesse momento. Assim que ele se deitar, recompense e elogie.

 

Não será necessário treinar até que o animal só ande mesmo junto do seu pé. A obediência simples é suficiente, basta ele saber andar sem puxar a trela e saber acompanhar a sua caminhada.

 

Divirta-se durante o treino e desfrute da companhia do seu animal de estimação.

 

Visite a nossa loja de animais online, temos disponíveis vários snacks e camas para cães.

Se precisar de acessórios para auxiliar o treino, consulte os acessórios para cães do nosso site.

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Alimentos perigosos para caes e gatos

 

Saiba quais os alimentos perigosos para cães e gatos.

 

Todos nós sabemos que as rações para animais possuem todos os nutrientes necessários para o seu crescimento, desenvolvimento e manutenção.

 

Mas... basta começar a comer um doce, um prato de comida, ou até mesmo iniciar os preparativos para um jantar com amigos que lá vêm os nossos amigos de quatro patas, com o rabo a abanar e a pedir comida.

Eles tentam convencer-nos e nós acabamos por ceder e dar um bocadinho de comida daqui e dali, ao nosso cão ou gato.

No entanto, é preciso ter muita atenção ao que é fornecido aos animais, uma vez que alguns alimentos são completamente tóxicos para cães e gatos.

 

Neste artigo pode ficar a conhecer quais os alimentos proibidos:

 

- chocolate: não somos só nós que adoramos chocolates, os nossos amigos de quatro patas também! Mas, este alimento, possui uma substância chamada teobromina, que aumenta a contracção do coração, colocando a vida do seu melhor amigo em risco;

- café: sabemos que o café funciona quase que como um estimulante para nós, no entanto, nos animais, o café pode provocar até mesmo uma paragem cardíaca, sobretudo para os hipertensos. Esta bebida pode ser fatal!

- Uvas: embora alguns tipos de frutas (em pequenas quantidade) até possam ser benéficas para cães e gatos, a uva é completamente prejudicial, principalmente para os gatos. Os sintomas são vómito e diarreia derivado à intoxicação.

- leite: é muito comum dar leite aos animais de estimação quando são bebés. Achamos sempre que os gatos e cães que deviam estar a beber leite materno, devem continuar a beber. Esta ideia está errada, O leite, além de diarreia, pode provocar pedras nos rins.

- cebola e alho: a alicina é um componente presente tanto no alho, quanto na cebola e é tóxico para os animais. A cebola e o alho podem desencadear uma anemia aos nossos animais de estimação.

- Ossos: embora seja comum dar ossos aos cães, eles podem apresentar riscos, como o de perfurar o intestino. Ao mastigar o osso, o cão pode quebrar o osso e deixá-lo pontiagudo. O risco aumenta muito quando damos ossos de galinha, uma vez que são mais finos e pequenos.

 

É aqui que você pergunta, quais são os alimentos que eu posso dar ao meu animal de estimação?

 

Nunca deverá adoptar uma alimentação caseira sem consultar um médico veterinário. Já existem alimentações naturais no mercado, formuladas por veterinários nutricionistas e especialistas, que sabem aquilo que os animais podem ou não comer.

 

O seu animal comeu alguma coisa que não devia e aparenta ter uma intoxicação alimentar?

 

É necessário manter a calma, se o seu animal ingeriu algo que não devia, a primeira coisa a fazer é ir directamente ao veterinário. Os animais devem ser assistidos o mais rápido possível.

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O seu gato nao o deixa dormir?

Uma boa noite de sono é o que todos queremos para recarregar as baterias, mas os donos de gatos às vezes têm dificuldade em fazê-lo. Você também? Não se preocupe, é possível corrigir isso.

 

Ao contrário do que se pensa, os gatos não são animais nocturnos. No entanto, eles têm um ritmo diferente do nosso. Os gatos são animais crepusculares, o que significa que que têm mais energia ao amanhecer e ao anoitecer. O intervalo de sono dos gatos também é diferente, apesar dos gatos dormirem à noite, fazem-no com intervalos mais curtos.

 

A natureza do nosso relógio biológico é diferente da do gato, mas isso não significa que não podemos ter os mesmo horários e rotinas. Para isso, basta adoptar algumas medidas simples.

 

1 - Tenha uma rotina

Se o seu gato não o deixa dormir, o primeiro passo é criar uma rotina, caso contrário, você irá ser escravo da rotina dele. É importante que se deite e acorde sempre no mesmo horário, alinhando assim à sua rotina, a do seu felino e não o oposto.

 

2 - Alimente o seu gato nos horários certos

Tem um hábito de deixar comida disponível para o seu gato durante todo o dia? Então saiba que isso é preciso ser alterado.

Os horários são um factor muito importante e, por isso, é necessário que o seu gato se alimente em horários específicos.

A comida, naturalmente, é uma fonte de energia para o seu gato e, se você permite que ele se alimente o tempo todo, a sua energia também irá ser constante e inesgotável, principalmente durante a noite.

Tente alimentar o seu gato, no máximo, duas vezes por dia. O intervalo ideal entre as refeições é de 6 a 8 horas.

 

Se não tem o hábito de fazê-lo em horários fixos, atenção! Nada de alterar a rotina do gato de um dia para outro. Os gatos não gostam de mudanças drásticas e, por isso, o ideal é que estabeleça horários e vá diminuindo a quantidade de comida durante o dia. Gradualmente irá estabelecer os períodos de refeição. As mudanças drásticas podem provocar comportamento agressivos nos gatos. Evite provocar esse stress.

 

Contudo, não se esqueça de reservar um tempinho para as brincadeiras!

 

3 - Eduque o seu gato a dormir à hora que você se deita

Como já explicámos, é importante que você tenha uma rotina com horários, especialmente para acordar e para dormir. Além disso, é essencial preparar o seu gato para uma rotina nocturna que permita que o dono descanse.

Se você vai para a cama às 23h, por exemplo, aproveite para brincar muito com o seu gato e deixá-lo bem cansado às 21h/21h30. Nada de poupar na diversão, caninhas, bolinhas e ratinhos são indispensáveis neste momento e os gatos adoram.

 

Depois de gastar bastante energia é hora de alimentar o gato. Após a refeição, pode reservar alguns minutos para escová-lo e deixá-lo mais relaxado. E pronto, agora é hora de você vestir o pijama e aproveitar o melhor das horas de descanso.

 

Se mesmo assim o seu gato não o deixa dormir, mesmo depois de criar a rotina, então chegou a hora de fazer o mais difícil - ignorar o seu gato sempre que ele o despertar. Sabemos que não vai ser fácil, no entanto, essa é a única forma de fazer com que o seu felino entenda que na hora de descanso, você não está disponível para dar atenção.

 

Lembre-se, biscoitos ou ralhetes são a pior forma de resolver esta situação. Deverá manter-se firme no seu propósito de dormir bem. Em menos de 10 dias, provavelmente, o seu gatinho vai perceber que a hora de dormir é mesmo para DORMIR!

 

Encontre aqui alguns brinquedos para gatos para os momentos de diversão. Temos também disponíveis várias marcas de comida para gatos, confira!

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Como escolher a ração certa para o seu cão?

 

A escolha da ração para o seu cão deve ter em conta alguns factores importantes, destacando-se idade, raça, saúde, entre outros. As rações podem ser divididas em rações secas e húmidas, dentro destes dois grupos, pode encontrar também rações de gama veterinária.

 

A alimentação é um ponto central, onde se deve focar, para garantir a saúde, qualidade de vida, bem-estar e longevidade do seu cão.

É aqui que os donos se questionam: como escolher a ração certa para o meu cão?

 

Deixamos aqui algumas informações importantes, no entanto lembre-se que, a escolha da ração deve ser sempre aprovada pelo médico veterinário.

 

Que necessidades devemos ter em conta?

 

Ao contrário de nós, que comemos uma grande variedade de alimentos, os cães só comem a ração e, por esse motivo, a alimentação que escolhemos dar aos nossos amigos de quatro patas deve suprir todas as necessidades físicas, metabólicas, energéticas e orgânicas dos cães.

 

Uma ração de qualidade pode apresentar vários nutrientes para torná-la completa e capaz de atender as todas as necessidades dos cães.

 

É importante ter em conta:

- desenvolvimento e manutenção do organismos: nutrientes como aminoácidos, minerais, ácidos gordos, vitaminas e oligoelementos são componentes básicos para garantis o desenvolvimento do animal, assim como a manutenção adequada da sua saúde

- fornecimento de energia: alguns componente nutricionais que fornecem energia aos animais, devem estar presentes na composição das rações, como os lipídos e os hidratos de carbono

- nutrição e prevenção: as rações também devem inclui ácidos gordos essenciais, pró-bióticos, fibras, anti-oxidantes e outros que reduzem o risco de complicações específicas como problemas digestivos, doenças renais, fragilidades decorrentes do envelhecimento, entre outras

- cuidados adicionais: as rações de qualidade também devem ter as quantidades de nutrientes de forma balanceada, para que alguns sejam inseridos e outros não, com fim a auxiliar os animais na recuperação de doenças e também no processo terapêutico.

Para atender a todos estes factores é necessário verificar as informações nutricionais das embalagens de ração, bem como ter em consideração as indicações do médico veterinário do seu animal de estimação.

 

Quais são os tipos de ração existentes?

 

Após conhecer as necessidades, deverá saber quais são os tipos de ração para cães disponíveis e identificar as diferenças entre elas.

 

Conheça os 4 tipos:

- Ração económica: estas rações são as mais baratas, mas possuem uma baixa qualidade de nutrientes e não são a melhor opção, nem a mais adequada. Estas rações são baseadas em cereais, comos farinhas de milho e soja, que não são adequadas às dietas dos cães. Mesmo que seja uma opção económica, deverá avaliar outros tipos de rações que atendam às necessidades e tenham uma excelente relação qualidade-preço

Ração básica: estas rações são um pouco mais caras que as económicas, mas com um ligeiro aumento no valor nutritivo, uma vez que são compostas por alguns produtos de origem animal, como farinhas de carne e gorduras. Contudo, a qualidade da proteína animal utilizada ainda é baixa

- Ração premium: a ração premium já é considerada uma ração de qualidade elevada, tornando-a mais cara. Estas rações são produzidas com a maioria dos compostos de origem animal, melhorando a digestão e absorção de nutrientes. Algumas já têm aditivos como omega 3 e 6 e também pró-bióticos, tornando-as mais nutritivas. É importante verificar se a marca que escolhe usa corantes ou conservantes artificiais, uma vez que são prejudiciais à saúde dos animais. Encontra rações destas com uma óptima relação qualidade-preço.

- Ração super premium: estas rações são as mais nutritivas e também as mais caras. Alguns possuem mais de 50 nutrientes balanceados para atender às necessidades específicas de cada cão. São produzidas com 100% dos compostos de origem animal e com conservantes de origem natural, o que melhora significativamente a qualidade da ração. A quantidade de proteína nestas rações é bem mais elevada que nas restantes, devido ao maior valor proteico, o que faz com que a qualidades seja superior e ainda haja diminuição de fezes. Quanto maior for a quantidade de proteína, menor quantidade de ração o seu cão irá comer, umas vez que a alimentação é mais nutritiva e satisfaz as necessidades com menores porções. Este facto aumenta o custo-benefício em relação às rações anteriormente apresentadas. Algumas destas rações também se destacam por possuir nutrientes específicos para diferentes fases da vida dos cães, bem como com propriedades terapêuticas, que ajudam no tratamento de doenças crónicas renais, endócrinas e da idade.

 

Diferenças entre rações húmidas, semi-húmidas ou secas

 

Outra distinção entre as rações são as opções húmidas, semi-húmidas e secas. Normalmente, indica-se o tipo seco que ajuda no cuidado dentário do animal, evitando o surgimento de tártaro. Os tipos húmido e semi-húmido são indicados principalmente para o período de desmame dos cachorros, quando a dentição ainda está a nascer, e também, para alguns casos especiais, como cães idosos com dificuldade em comer. As rações húmidas também podem ser oferecidas como petiscos para os animais, contudo, de forma moderada, pois possuem uma quantidade superior de gordura. A alimentação totalmente baseada em rações húmidas e semi-húmidas deve ser avaliada com um médico veterinário, mas normalmente não é indicada por esses profissionais.

 

Quais os principais critérios para escolher a ração certa?

 

Para saber como escolher a ração certa é preciso avaliar uma série de factores individualmente. A melhor opção pode variar de acordo com a idade, ração, porte e outras características específicas do animal. Assim, conhecer quais os critérios a avaliar é importante para fazer uma boa escolha para seu cão. Também pode escolher as rações que são fabricadas com ingredientes transgênicos ou não.

 

Idade

 

O primeiro aspecto a ser considerado na escolha da ração é a idade do seu cão, pois as indicações nutritivas podem mudar em cada uma das fases da vida dele.

 

Cachorrinhos (1 a 12 meses): É indicado que, pelo menos no primeiro ano de vida ele se alimenta de uma ração de qualidade superior que garanta um desenvolvimento mais adequado. Nesta idade o animal de estimação precisa de rações ricas em proteínas e, preferencialmente, indicadas para cães bebés.

Cão Adulto (a partir de 1 ano): A partir de um ano o cão é considerado adulto e pode beneficiar das rações básicas, premium ou super premium. Nesta fase uma boa ração é indicada para a manutenção da saúde e vitalidade do animal.

Cão Idoso (a partir de 7 anos - dependendo da raça): cães de pequeno porte costumam ser considerados idosos a partir de 9 ou 10 anos, enquanto que os cães de maior porte tornam-se idosos entre os 7 ou 8 anos de vida. Nessa fase é importante dar uma ração para cães séniores, garantindo que ele tenha acesso a alguns nutrientes que são mais importantes nesta fase da sua vida.

 

Porte

 

O porte do animal também é um aspecto que deve ser considerado na escolha da ração. Além dos nutrientes presentes no alimento, também há diferenças de consistência, textura e tamanho do grão. Muitas embalagens de ração já possuem a descrição no rótulo do tamanho do grão.

 

pequeno (até 10kg): a alimentação de cães de pequeno porte deve priorizar um alto fornecimento energético, devido a maior queima de calorias durante o dia, e também a quantidade de antioxidantes, para garantir mais qualidade de vida no longo prazo;

médio (de 11 a 25kg): não existem muitas rações específicas para cães de porte médio, mas a alimentação deve priorizar antioxidantes e pró-bióticos para manter os animais saudáveis em todas as fases da vida;

grande (a partir de 25kg): cães de grande porte costumam desenvolver problemas ortopédicos e cardíacos, o que faz com que rações específicas tenham condroitina e glicosamina na composição, ajudando a prevenir esses problemas.

 

Raça

 

Está comprovado que algumas raças de cães são mais propensas a determinados tipos de doenças, o que faz com que a alimentação adequada seja um importante aliado para evitar essas ocorrências e melhorar a qualidade de vida do animal. Por exemplo, cães da raça labrador têm mais tendência a desenvolver insuficiência renal e problemas ósseos, enquanto que o poodle tem mais tendência a ter cataratas. Assim, algumas rações específicas para raças priorizam nutrientes que previnam doenças mais recorrentes em determinadas raças de cães.

Sobre esse aspecto é importante conversar com um médico veterinário para avaliar se seu cão tem maiores probabilidades de desenvolver algum problema específico.

 

Necessidades específicas do seu cão

 

Também já existem no mercado rações que atendam necessidades especificas tanto dos cãess quanto dos donos.

 

Alguns exemplos são:

 

Rações Indoor: rações específicas para cães que moram em apartamento e se exercitam menos, permitem reduzir o odor e quantidade de fezes;

Rações de Saciedade ou Lights: alimentos direccionados para cães castrados e que têm maior tendência à obesidade;

Rações benéficas para a pele e pelo dos cães, reduzindo ocorrências de coceira, descamação ou irritação, para animais que sofrem com essas situações;

Opções light para animais que fazem pouco exercício e tem tendência à obesidade.

 

Assim, avaliar algumas questões específicas do dia-a-dia do seu cão pode ajudar a escolher uma ração que atenda melhor às necessidades dele.

 

Saúde do seu cão

 

Por fim, é imprescindível que a ração seja compatível com a saúde do seu cão. Uma consulta ao veterinário ajudará a identificar se o seu animal de estimação possui alguma necessidade especial que pode ser atendida com a alimentação de determinada ração que possa combater problemas renais, cardíacos, ortopédicos, hipoalérgicos e outros de acordo com a condição de saúde do animal.

 

Agora, após saber como escolher a ração certa para o cães, avalie todos estes aspectos considerando o seu amigo de quatro patas e faça uma escolha de ração mais adequada para as necessidades dele.

 

Consulte um veterinário para tornar essa decisão ainda melhor.

 

Conheça aqui as nossas marcas de ração para cães e se precisar de ajuda na escolha da ração mais adequada, fale connosco no chat online.

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Cães e gatos no mesmo espaço! É possível?

Durante anos, quando se falava em ter cães e gatos na mesma casa numa convivência pacífica, as pessoas achavam que tal acontecimento era impossível de suceder, devido ao instinto caçador, necessidade de marcação de território e estilos de vida opostos de ambos os animais.

Mas será mesmo impossível manter cães e gatos em harmonia? Será que não podem existir animais que, apesar de espécies diferentes, se possam dar bem, sem se darem como “cão e gato”?

Claro que pode, os nossos melhores amigos também podem ser os melhores amigos uns dos outros. É claro que para que isto aconteça, o primeiro contacto entre os nossos animais terá de obedecer a alguns cuidados, para que a primeira impressão um do outro não seja negativa.

Vamos deixar aqui algumas dicas, que poderá utilizar para que os nossos amigos de quatro patas se possam dar bem e poder assim ter cães e gatos em harmonia na sua casa.

 

 

1. Tenha paciência (muita…)

O processo de adaptação é algo muito importante. Nos primeiros tempos terá de ter algum cuidado para que não se ataquem um ao outro, nem se revoltem. Vigie sempre o cão e o gato quando estiverem juntos, de modo a evitar que algo de mal aconteça, quer entre os animais quer na harmonia de sua casa.

 

 

2. O espaço

Quando se quer ter vários animais, convém ter espaço suficiente para que estes possam brincar. Quanto maior o espaço deles, maior será a probabilidade dos novos amigos se sentirem à vontade e andarem a brincar um com o outro. Caso o espaço que disponibiliza para eles seja demasiado pequeno, estes poderão sentir ciúmes e terão a sensação que o outro está a invadir o seu espaço, originando brigas entre eles. É igualmente importante haverem espaços isolados, para que os animais se possam refugiar um do outro, evitando novas brigas.

Não se esqueça que existem animais com “mau feitio” que dispensam companhia, ou mais tímidos que prefiram estar sossegados no seu canto e claro mais ciumentos, que não gostem de partilhar a atenção e o afecto dos donos. O espaço de cada animal deve ser respeitado para que tudo corra bem.

 

 

3. A atenção

Não só numa primeira etapa, mas sim em todo o tempo que tenha os seus patudos, terá de dividir a atenção entre eles. Tente dividir a atenção entre os dois, não dê demasiada atenção a um e deixe o outro de lado, pois dessa forma fará com que sintam ciúmes um do outro e a convivência entre eles será problemática.

 

 

4. A idade ideal

Poderá juntar cães com gatos em qualquer idade, mas quanto mais tarde os juntar, mais difícil será a adaptação deles um ao outro. A idade ideal para os juntar será até aos seis meses do gatinho e um ano do cão. Os nossos amigos de quatro patas têm linguagens diferentes, daí a ser complicado a adaptação deles um ao outro; na fase da infância é mais fácil a aprendizagem e a adaptação desta, de modo a que os novos amigos se possam dar bem.

 

 

5. Deixe que se conheçam

Numa primeira fase, o cão e o gato vão sentir necessidade de se conhecer, de se cheirar e de brincar. Deixe também que dividam espaços, que dividam a cama, mas nunca os deixe sem vigilância, pelo menos nas primeiras semanas.

O primeiro impacto dos nossos amigos deverá acontecer sob muita vigilância e precaução. Ambos deverão estar controlados e vigiados, evitando assim que se ataquem mutuamente, bem como estar a uma determinada distância. Deverá aos poucos ir aproximando-os, deixando que se cheirem, e que se conheçam, mas sempre com cuidado.

Durante esta fase eles poderão ter atitudes mais violentas, pelo que já deverá estar preparado caso isso aconteça.

 

 

6. O cão

Quando o seu cão já estava em casa e só mais tarde entrou o gatinho, deverá ter ensinado previamente ao amiguinho mais velho todas aquelas vozes autoritárias: “senta”, “quieto”, “deita”,etc. , para que quando o elemento mais novo da família chegue seja mais fácil controlar o cão. Essas palavras de controlo sobre o cão servirão para o caso deste tentar atacar o gato.

Deixe também o cãozinho preso enquanto o felino conhece toda a casa, para que este se habitue a casa e o cão se habitue a presença de outro animal em casa.

 

 

7. O gato

Quando o seu gatinho é o mais velho na casa, terá de lhe dar o seu espaço na mesma, nos primeiros tempos deixe a comida do gato num local onde o cão não o verá a alimentar-se, pois assim este sentir-se-á seguro e que a sua propriedade não foi invadida por nenhum outro animal. Só quando o seu gato se sentir confortável com o outro animal é que o poderá colocar junto deste no que toca a alimentação.

A chegada de novos animais a nossa casa é sempre um momento de alegria e satisfação, mas também de stress para que estes se dêem bem, por isso as dicas que deixamos acima podem ajudar a que esse stress seja diminuído. Com algumas precauções tudo será bem mais fácil e terá o seu cachorro e o seu gato a darem-se lindamente.

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A importância do médico-veterinário

O médico veterinário actua em diversas áreas, o que o torna um profissional de extrema importância para a sociedade. Adoptar e cuidar de forma responsável de cães, gatos e outros animais, inclui o acompanhamento de um médico-veterinário para atender tanto a emergências como à rotina clínica dos animais. Além disso, o médico-veterinário é muito importante para a saúde pública, pois estabelece a profilaxia das doenças de animais transmissíveis ao homem, as chamadas zoonoses.

 

A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem ressalvado a importância da participação do médico-veterinário no planeamento e avaliação das medidas preventivas e de controle adoptadas pelas equipas de Saúde Pública (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 2002).

 

Estes profissionais têm a responsabilidade de orientar e explicar a rotina de cada animal, cuidando adequadamente das suas necessidades individuais e particulares, de acordo com idade e espécie.

 

Os exames preventivos de rotina, vacinações, desparasitações, cuidado com o controlo de ectoparasitas (carraças e pulgas), correcta orientação a respeito de zoonoses (doenças transmitidas do animal para o homem) como a leishmaniose, raiva, leptospirose, bem como atendimentos regulares, fazem parte da rotina do profissional.

 

Actualmente, para o controlo de ectoparasitas nos animais de estimação, existem diversos produtos disponíveis no mercado. É importante obter orientação do médico-veterinário, pois ele é o profissional mais indicado para sugerir a melhor solução para seu animal de estimação e para a sua família.

 

Em casos mais graves, como as doenças, por exemplo, é o médico-veterinário que tem a responsabilidade de atribuir as melhores opções de tratamento, como medicações ou cirurgias se for necessário, na expectativa sempre de proporcionar a cura e o bem-estar animal.

 

A medicina veterinária é a melhor fonte de informações sobre a saúde do seu animal de estimação, nesse sentido, o hábito de levar seu melhor amigo a visitas regulares ao veterinário de sua preferência, não só garante a saúde dele, como também a saúde da sua família.

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SIAC - base de dados unica para registo de animais de companhia

O que mudou a partir de 25 de Outubro de 2019 para o seu animal de companhia?

 

Desde 25 de Outubro que existe uma base de dados única - o SIAC. O SIAC é o Sistema de Informação de Animais de Companhia que integra as bases de dados SICAFE e SIRA.

A partir de agora, todos os cães, gatos e furões, têm que ser marcados com ''transponder'', também designado por microchip, e têm de ser registados pelo Médico Veterinário no SIAC.

 

Os prazos para este registo são:

1. Cães nascidos antes de 1 de Julho de 2008, o prazo é de 1 ano;

2. Gatos e furões nascidos antes de 25 de Outubro, o prazo é de 3 anos;

3. Animais com microchip mas sem registo no SIAC, o prazo é de 1 ano;

4. Animais nascidos depois de 25 de Outubro, têm de ser marcados e registados até aos 4 meses de idade.

 

Como deve proceder?

Dirige-se com o seu animal ao médico veterinário, o mesmo verifica se o seu animal tem microchip, caso não tenha, marca-o e verifica se o microchip é lido pelo leitor. De seguida faz o seu registo no SIAC, imprime ou envia para o seu e-mail o comprovativo de registo - o DIAC (Documento de Identificação do Animal de Companhia). O DIAC deve acompanhar sempre o seu animal.

 

Nunca se esqueça, em caso de:

1. Desaparecimento e/ou recuperação do animal

2. Transmissão de titularidade do animal

3. Morte do animal

4. Alteração de residência do titular ou do local de alojamento do animal

Fale com o seu médico veterinário, ou contacte o SIAC no prazo de 15 dias.

 

LEMBRE-SE:

Microchip + Registo (DIAC), sempre! Pois um sem o outro de nada serve.

 

Pode sempre verificar se o seu animal está inscrito no SIAC em www.siac.vet

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5 frutas que o seu cão pode comer
 

Algumas frutas, como o abacate ou as uvas, podem ser perigosas para o seu animal de estimação. No entanto, há algumas frutas que o cão pode comer e que, além disso, podem chegar a acelerar a absorção de nutrientes importantes na sua dieta, sem contar que isso traz variedade à dieta do seu animal e evitará que o seu cão enjoe do cardápio habitual.

As frutas são uma excelente fonte de vitaminas e fibras também para os cães e, como alimentos complementares, funcionam muito bem. Além disso, com as frutas, fornece uma maior variedade de produtos para o seu cão, fazendo com que ele demore mais a perder o interesse no prato de comida habitual.

 

Contudo, deverá ter em mente que há algumas frutas que não são recomendáveis.

Antes de começarmos, vale a pena esclarecer que sempre que der frutas ao seu cão, o melhor é eliminar a pele e as sementes, pois algumas podem ser tóxicas, (por exemplo, a semente do melão e da melancia), o ideal é que ele não as consuma.

Tenha também em consideração que algumas frutas são melhores que outras, dependendo das necessidades específicas de cada cão, e, para além disso, os cães deverão ter uma determinada dieta para suprir alguma deficiência vitamínica que possam ter.

O melhor que pode fazer, é habituá-lo a frutas desde cachorrinho. 

 

 

Melões

Demonstrou-se que o consumo de melões nos cães causa um efeito muito semelhante ao que ocorre no organismo dos humanos, portanto os cães poderão beneficiar muito do consumo desta fruta.

Os melões são, além de uma boa fonte de hidratação, ricos em vitaminas como A, a B-6 e a vitamina C. Além disso, têm um alto conteúdo de beta-caroteno, que ajuda a reduzir o risco de cancro e de danos celulares.

Como se não bastasse, o melão será uma benefício para a visão de seu cão, em especial, o melão protege contra doenças degenerativas. Também contém ácido fólico e fibras, que o ajudarão na sua digestão.

 

 

Maçãs

Os cães gostam de maçãs, embora, devido ao alto conteúdo de glicose, o melhor é que lhe dê maçã menos frequentemente. Comer uma vez por semana já será suficiente.

Os benefícios dos cães consumirem maçãs, dá-se principalmente devido ao alto conteúdo de antioxidantes que a maçã possui, portanto, além de se divertirem comendo-a, será benéfica para o organismo e contribuirá com muita vitamina C.

Não se esqueça de dar a maçã sem as sementes, estas são tóxicas para os animais.

 

 

 

Abóbora

A abóbora é excelente para regular o sistema digestivo do seu cão, pois tem uma alta concentração de fibras, vitamina A e antioxidantes. Pode ser muito útil no momento de tratar a diarreia nos cães, assim como a constipação.

Como um benefício adicional, o consumo regular de abóbora pode ajudar a prevenir enfermidades do coração e contribuir para o bom desempenho do sistema cardiovascular em geral.

 

Mirtilos

Os mirtilos têm um conteúdo elevado de resveratrol, que é muito utilizado na prevenção do cancro, além de ser benéfico na prevenção de doenças do coração.

Igualmente, os taninos presentes nos mirtilos são excelentes para prevenir as infecções do trato urinário e beneficiam no tratamento das mesmas, tanto em cães como em humanos, portanto são um grande complemento para a dieta.

 

 

Melancia

O conteúdo elevado de licopeno (presente em todas as frutas vermelhas) é muito bom para prevenir problemas de pele e doenças cardiovasculares, como o endurecimento das artérias. A melancia pode também ser utilizada como complemento alimentar no tratamento dos diabetes.

Além disso, ela é muito refrescante durante os dias quentes de verão e também contribuirá com vitaminas A, B e C, além de outros nutrientes como a tiamina.

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Primeiros socorros para cães. É preciso estar preparado!

Os primeiro socorros para animais de estimação nunca devem ser usados como substitutos da visita a um veterinário, porém, eles podem salvar a vida do seu amigo de quatro patas, se realizados correctamente, antes de levá-lo a um Hospital ou Clínica.

 

 

Envenenamento e exposição a tóxicos

O envenenamento é uma urgência que causa grande preocupação para os donos de animais de estimação.

Normalmente, qualquer produto que é prejudicial para as pessoas, também é potencialmente perigoso para os animais de companhia.

Um exemplo disso são os produtos de limpeza, venenos contra ratos e anticongelantes. No entanto, é preciso ter consciência também de que alimentos comuns podem ser prejudiciais para os animais.

Se a pele ou os olhos do seu animal de estimação forem expostos a um produto tóxico, verifique o rótulo do produto.

Se ele indicar que você deve lavar as mãos com água e sabão, você deve fazer o mesmo com o seu cão. Se o rótulo disser que deverá limpar a pele ou os olhos apenas com água, faça o mesmo com ele o mais rapidamente possível e ligue para o veterinário imediatamente.

 

 

Auxílio para cães com fratura

Se a fratura aconteceu no focinho do animal, coloque com cuidado o seu animal numa superfície de apoio que seja plana. Utilize uma espécie de maca improvisada para transportar o seu cão até ao veterinário.

No entanto, lembre-se de que, se o posicionar mal, isso poderá causar mais danos. No caso de dúvida, é sempre melhor deixar que o veterinário faça o curativo e coloque a tala.

 

Caso exista sangramento externo, faça um curativo para deter a hemorragia. Se isso estiver a acontecer no focinho, coloque uma compressa limpa sobre a ferida e mantenha pressão sobre a região até o sangue começar a coagular.

Isso poderá levar vários minutos.

 

Se a hemorragia for nas patas e for grave, faça um torniquete usando um elástico ou gaze entre a ferida e o corpo. Pressione a ferida e faça um curativo.

Uma hemorragia grave pode até mesmo causar a morte do seu animal de estimação. Por isso, leve-o imediatamente até ao veterinário.

 

Se existir sangramento interno, os sintomas serão: sangue a sair pelo nariz, boca, ânus, tosse com sangue, sangue na urina, gengivas pálidas, desmaio e pulso acelerado.  Mantenha o seu animal o mais tranquilo possível e leve-o ao veterinário.

 

No caso de haver queimaduras no focinho, aplique rapidamente gelo na zona afectada. Verifique a cavidade oral para saber se ele tem dificuldades em respirar. Isso será notado se a sua língua ou lábios estiverem azulados.

É importante manter a calma.

 

 

Problemas em respirar

Verifique a boca de seu animal para verificar se é possível identificar algum objecto estranho. Se o vir, tente extrair com delicadeza usando alicates ou pinças.

Porém, tenha o cuidado de não empurrar o objecto mais para baixo na garganta. Não passe muito tempo tentando eliminá-lo caso o acesso não seja fácil. Não demore e procure logo a ajuda de um especialista.

 

Se não puder retirar o objecto e se o seu animal começar a desmaiar ou perder, momentaneamente, os sentidos, coloque as suas mãos na parte lateral da caixa torácica do animal e aplique pressão de forma rápida e simples.

 

Pressione a caixa torácica com a palma da mão por 3 ou 4 vezes. A ideia é pressionar fortemente o ar para seus pulmões e tentar empurrar o objecto para fora. Continue repetindo essa acção até desalojar o objecto ou então até chegar ao veterinário.

Nos dias com temperaturas altas, nunca deixe o seu animal preso num carro fechado. A temperatura no interior do carro pode subir muito rapidamente e atingir níveis perigosos. Os animais podem sucumbir ao calor e devem ser tratados rapidamente.

Se não for possível levar o seu animal imediatamente ao veterinário, leve o seu cão para uma região com sombra. Coloque uma toalha húmida sobre o seu pescoço e cabeça. Tire o pano, torça e volte a repetir a acção.

Em caso de choque, procure manter o seu cão tranquilo e sem se mover. Se estiver inconsciente, mantenha a cabeça nivelada com o restante corpo e procure ajuda.

Se não houver batimentos cardíacos, pressione o lado direito do peito do lado do coração.

Coloque uma mão debaixo do peito do animal e a outra sobre o coração. Pressione para baixo de 80 a 120 vezes por minuto, no caso de animais maiores, e de 100 a 150 vezes por minutos, se forem animais de pequeno porte.

Continue até que possa escutar os batimentos do coração do seu animal de estimação e até que ele esteja a respirar normalmente.

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Como ensinar o seu cão a ficar sozinho em casa

O seu cão fica a uivar, escavar, morder, destruir objectos ou tudo o que vê à frente quando você sai de casa? Isso acontece porque ele não sabe ficar sozinho. Os cães necessitam de atenção e cuidados, contudo, também precisam aprender a permanecer em casa sem a presença de qualquer membro da família.

 

Vamos mostrar-lhe alguns truques para ensinar o seu cão a ficar sozinho em casa.

 

Por que é que um cão não quer ficar sozinho?

 

A resistência a ficar sozinho em casa pode ter origem num cachorro inseguro ou mesmo por traumas do passado. Os cães nascidos e criados em lugares perigosos são filhos de mães medrosas e infelizes que não puderam ensinar suas crias a serem animais equilibrados.

Também é possível que não tenham amamentado as suas crias por tempo suficiente, uma vez que os criadores tiraram os filhos muito cedo. Isso tornou-os em cachorros medrosos e inseguros por natureza.

Além disso, os cachorrinhos abandonados ou maltratados sofrem de pânico crônico e às vezes o excesso de atenção por parte dos donos também provoca no cachorro certa resistência a permanecer sozinho.

Os grandes traumas, inseguranças ou maus-tratos podem dar lugar a um síndrome chamado de ansiedade de separação.

 

Como ensinar seu cachorrinho a ficar sozinho e tranquilo em casa?

 

 

Se dermos pouca liberdade e vigilância aos cachorros durante as suas primeiras semanas de vida, uma série de problemas de comportamento podem ser desenvolvidos, tais como fazer suas necessidades dentro de casa, roer objectos, escavar ou ladrar e uivar continuamente.

Para evitar isso, devemos seguir uma série de normas quando estivermos em casa com o cão e certos procedimentos quando deixarmos o local.

 

O primeiro passo é exercitar o cachorrinho, levá-lo para passear todos os dias, com tempo e dedicação, e brincar com ele, de forma a que o seu animal de estimação possa libertar e descarregar toda a energia acumulada. Assim, quando ficar sozinho, estará feliz e cansado para aninhar-se na sua cama e descansar.

 

Não deve ensinar seu cachorrinho a ser excessivamente dependente de si.  Quando estiver em casa com ele, deverá dedicar algum tempo para brincar e mimar, porém, deverá deixar tempo para que ele se entretenha sozinho enquanto o dono faz outras coisas. Assim que ele vier pedir mais atenção e se já tiver dedicado o tempo merecido, ignore-o.

Além disso, ignore-o quando sair de casa e também quando chegar. Tem que ensinar o seu cão que o facto de sair e voltar não são algo de grande importância e, por isso, não devem ser motivo para celebração ou preocupação.

Não se despeça nem faça algo caso ele lhe vá cumprimentar muito calorosamente na chegada. Espere que se tranquilize antes de cumprimentá-lo.

Outra coisa importante é, não repreendê-lo por cada coisa errada que faça, pois isso apenas criará desconfiança, stress e dependência, atenção negativa seja de que maneira for, ainda é atenção.

O que deve fazer é ser um exemplo de tranquilidade e segurança para o seu cachorrinho e cumprir sempre a mesma rotina. Os cachorros são animais de rotinas, que aprendem pela repetição. Dessa maneira , assim que se habituarem que você vai fazer as mesmas coisas todos os dias, irão adaptar-se rapidamente a ficar sozinhos, pois saberão que ainda que se vá, irá sempre voltar.

 

Para habituá-lo pouco a pouco ao facto de que irá sair todos os dias, comece a deixar a casa por tempos curtos e vá ampliando a duração das saídas até que deixe a casa durante o período de tempo que vai ficar fora habitualmente.

É conveniente que o alimente antes de sair, uma vez que depois de comer ele ficará com sono e poderá descansar enquanto o dono não estiver em casa.

Também é importante que exista um lugar para o cão aconchegar-se e sentir-se seguro, onde possa refugiar-se quando você não estiver.

Seria interessante se houvesse um local onde possa ficar quando o dono sair para que ele não se distraia com tudo que há pela casa.

Pode deixá-lo no hall de entrada ou cozinha, por exemplo, com alguns brinquedos, a sua cama. e água. Quando chegar leve-o para passear depois de ele se acalmar.

 

Se acha que ele precisa de mais companhia durante um dia, também temos a solução ideal, a nossa Creche para cães.

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Posso treinar o meu gato bebé? Areia, banhos e truques

Há várias formas com as quais pode treinar o seu gatinho. Provavelmente o seu gato bebé não gosta de usar a caixa de areia ou até mesmo de tomar banhos. Talvez o seu gatinho passa o tempo todo a morder e a arranhá-lo ou até a arranhar os seus móveis. Será que pode treinar o seu gatinho a ter um melhor comportamento? Pode treinar o seu gato a usufruir do Wc para gatos ou até mesmo a desfrutar de um banho? Será que até pode usar truques para fazer com que o seu gato utilize a areia para gatos?

 

 

É possível treinar o meu gatinho a utilizar a caixa de areia?

Talvez o seu gato bebé não goste muito de utilizar a caixa de areia, mas isto pode ser corrigido.

É recomendado utilizar uma caixa de areia simples e colocá-la num canto calmo da casa, onde o seu gato se possa sentir calmo quando utiliza a areia. Quanto mais fácil for o acesso, melhor, Coloque no tabuleiro areia limpa e coloque o seu gato dentro da caixa de areia. Este procedimento irá encorajar o seu gatinho a entrar e sair da caixa por ele próprio. Utilize apenas um tipo de areia, para que o seu gatinho possa associar e sentir o cheiro como um lugar em que está permitido a usar como casa-de-banho. Limpe e reponha a areia regularmente para que o seu gatinho se sinta confiante em utilizar a caixa.

 

 

Pode ensinar o seu gatinho a desfrutar dos banhos?

Muitos gatinhos têm aversão a água e não gostam de tomar banhos. Contudo, pode treinar o seu gato bebé a estar mais calmo durante o banho de forma a proporcionar uma experiência melhor para ambos.

A melhor forma de fazer isto é, levá-lo gentilmente para a banheira e fazer tudo de maneira prática sem se preocupar.

É recomendado cortar as unhas do gatinho, levá-lo para o banho com água morna a correr suavemente para ajudar na limpeza, segurá-lo no dorso com um peitoral ou pela nuca, esfregá-lo e enxaguá-lo, repetindo o processo novamente. Irá necessitar de secá-lo com uma toalha depois do banho de forma a assegurar-se que não arrefece.

Se o seu gato está a ficar stressado durante o processo, então não continue. Pode optar por escolher um serviço de banhos numa loja de animais ou num veterinário.

 

Pode treinar o seu gato bebé a fazer truques?

O seu gato bebé pode aprender truques ao utilizar um sistema de recompensa, tal como se faz com os cachorrinhos.

É recomendado utilizar umas recompensas saborosas e um clicker para atrair a atenção do seu gato.

Faça sessões de treino curtas e frequentes, repita os truques. Garanta que recompensa comportamentos correctos imediatamente e nunca repreenda o seu gatinho por não aprender o que lhe ensina. Certifique-se de que só utiliza as palavras-chave, depois do gatinho aprender o truque, para que não fique confuso.

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Conheça 6 doenças mais comuns em cães e gatos

Saiba como evitar e tratar as 6 doenças mais comuns em cães e gatos.

 

Tal como nós, os cães e os gatos sofrem com algumas doenças que nos são familiares, entre elas: doenças infecto-contagiosas, alérgicas e do metabolismo.

 

É aquele dono que se preocupa com a saúde do seu animal de estimação?

Então confira as 6 doenças mais comuns que atingem cães e gatos:

 

1. Alergia alimentar

 

A alergia alimentar é uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente nos alimentos.

 

Numa alergia alimentar podem ocorrer desde ferimentos na pele provocados pelas unhas dos animais enquanto se coçam sem parar até quadros gastrointestinais alterados, como diarreia e vômito.

 

Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os culpados mais frequentes. Para alguns animais, as proteínas de uma determinada carne pode causar as mesmas reacções alérgicas.

 

Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são comichão, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.

 

Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração para cães e gatos de qualidade duvidosa. Há muitas rações que têm corantes, que, além de provocarem alergia, interferem na absorção dos nutrientes pelo organismo.

Outra medida preventiva é não dar banhos em excesso. Os banhos em excesso retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais.

Há ainda outra forma de prevenção que passa por trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma alergia ao seu animal de estimação. Prefira um comedouro de alumínio, que não traz esse risco.

 

Tratamento: se a alergia é alimentar, substitua a ração habitual por fórmulas especiais hipoalergénicas. Pode ainda optar por refeições caseiras, mas sempre muito bem orientadas pelo médico veterinário, de forma a que consiga satisfazer todas as necessidades nutricionais do seu animal de estimação.

 

2. Depressão

 

Ainda não há estudos suficientes que expliquem exactamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos.

Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.

 

Normalmente, em situações de depressão, os animais de estimação começam por recusar a comida e não apresentam vontade de brincar, os comportamentos mudam drasticamente e o animal acaba por não querer estar em grupo.

 

Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais factores por trás do quadro depressivo.

 

Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazerem isso, até ficam com feridas graves nas patas.

Entre os felinos, é o dorso que acaba magoado por essa compulsão.

 

Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu animal de estimação para passear.

Além dos benefícios que a actividade física trazem – como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contacto com o dono. E talvez seja a sua ausência que tenha provocado a depressão do seu animal de estimação.

 

3. Erliquiose (doença da carraça)

A erliquiose é uma infecção gravíssima transmitida por carraças portadores de bactérias do gênero erlichia.

 

Contágio: a carraça contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.

 

O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.

 

Prevenção: aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carraças.

 

Sintomas: os principais sintomas são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade em respirar.

 

Diagnóstico: o diagnóstico é feito através de análises clínicas ou de exames de DNA.

 

Tratamento: é feito com medicação, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.

 

4. Insuficiência renal

 

A insuficiência renal é uma alteração na capacidade de filtragem dos rins, o que acarreta a retenção de ureia e creatinina – dois compostos tóxicos – no sangue e, em compensação, e na eliminação de água, vitaminas e proteínas importantes pela urina.

 

Causa: a causa mais comum da insuficiência renal crónica é o envelhecimento do bicho com certa predisposição familiar. Já a insuficiência renal aguda costuma estar ligada a factores isquêmicos, infecciosos ou tóxicos.

 

O que acontece: o agravamento da doença pode provocar infecções do trato urinário, úlceras na boca e no estômago e pressão alta que leva à cegueira.

 

Prevenção: algumas raças apresentam maior predisposição a problemas nos rins e devem ser observadas regularmente por meio de exames. São elas: doberman, beagle e sharpei.

 

Sintomas: o animal perde o apetite, emagrece rapidamente, passa a beber muita água e faz um xixi clarinho. Vômitos e diarreia também são sinais da doença. Alguns, ainda, desenvolvem anemia.

 

Diagnóstico: o diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais de sangue e urina, ultrassom e, em alguns casos, até de radiografias especiais.

 

Tratamento: o objetivo é restabelecer o equilíbrio orgânico com uma dieta apropriada, isto é, pouco proteica, suplementos vitamínicos e terapia com fluidos e eletrólitos.

Quando parte significativa dos rins estiver comprometida, a recuperação do órgão se torna inviável, restando apenas a possibilidade de controlar o quadro. A hemodiálise pode ser indicada em situações muito específicas de insuficiência renal aguda, nos casos em que a terapia convencional com fluidoterapia não tem nenhum efeito.

 

5. Obesidade

 

A obesidade é o acumular excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.

 

Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores factores para o aparecimento da desta doença. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.

 

Riscos: cães e gatos obesos podem desenvolver diabetes, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.

 

O que acontece: estes animais normalmente têm níveis elevados de colesterol e triglicéridos. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsões, paralisias, danos nos olhos e alterações neurológicas. Os animais de estimação excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabetes e doenças articulares.

 

Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e nível de actividade, não ofereça comida inadequada, controle os snacks, estimule a prática de actividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida, que está indicada na embalagem.

 

Sintomas: para identificar um animal obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabetes), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.

 

Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspecção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito final ao comparar o peso do seu animal com o peso ideal para a raça.

 

Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, manutenção do metabolismo e sistema hormonal e acompanhamento veterinário.

 

6. Otite

 

A otite é uma inflamação do ouvido.

 

Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.

 

O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode agravar-se e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.

 

Prevenção: proteja as orelhas do seu animal de estimação durante o banho e tenha cuidado com a limpeza do canal auditivo externo.

 

Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é a coceira das orelhas e o sacudir frequente da cabeça. Secreção amarelada ou escura e com cheiro também pode indicar que a infecção está instalada.

 

Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia. E, em alguns casos, pode pedir uma colheita de secreção para análise.

 

Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.

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Inteligência: como e porquê estimular o cérebro do seu cão

 

Ser um dono responsável, significa bem mais do que simplesmente alimentar e vigiar a saúde de um animal. Estes são aspectos importantíssimos dentro do processo de cuidar, porém existem outros factores que também têm importância. Por exemplo, estimular o cérebro do seu cão.

 

É comum que se preste muita atenção ao desenvolvimento físico de um cão, o que é importantíssimo, pois as actividades que o dono executa com o animal de estimação correspondem a cerca de 90% do exercício que este fará durante o dia.

A actividade física é fundamental para os cães porque, além de mantê-los entretidos, permitirá que eles queimem energia.

De outra forma, os cães passariam a gastá-la através do desenvolvimento de hábitos indesejados, como condutas compulsivas, ou personalidade destrutiva, entre outros comportamentos.

Igualmente, é uma boa maneira de evitar os problemas relacionados com o stress e com a ansiedade.

A saúde mental do cão está muito relacionada com o seu desenvolvimento físico. Se não forem reduzidos os níveis de ansiedade, produto do tédio, não desaparecerão os problemas de relacionados com o stress.

Portanto, estimular o cérebro de seu cão é vital. O melhor é que isto pode ser feito servindo como uma actividade lúdica para si.

 

Os cães são animais inteligentes e têm uma grande capacidade de aprendizagem, mas esta inteligência deve ser estimulada.

Exactamente como acontece com as crianças, se suas capacidades não forem estimuladas, dificilmente poderão ser desenvolvidas.

Portanto, o seu cão precisa que você proveja coisas que lhe desafiem a inteligência, seja através da exploração, de jogos e brincadeiras ou de enfrentar desafios.

 

Ficam aqui alguns conselhos sobre exercícios que poderão fazer com que o seu amigo possa estimular tanto o seu físico como a sua inteligência:

 

 

Desporto

Bem fácil. Desfrute da companhia do seu cão quando realiza algum tipo de desporto que ele goste de fazer. Por exemplo, se ele aprecia caminhar ou correr, poderá fazê-lo facilmente ou, também poderá jogar com uma bola e interagir com ele.

Se você prefere algo mais elaborado, poderá tentar os circuitos de desporto canino, ainda que estes requeiram treinamento para que o seu cão saiba como seguir algumas instruções.

Estes circuitos são muito bons para os animais de estimação, pois através deles, trabalharão sua atenção e concentração, além de cumprirem ordens enquanto praticam.

Se preferir outra classe de actividades, poderá brincar dentro de casa, seja no quintal ou na sala, ainda que o ideal seja que o cão mude de ambientes, pois isto permitirá permanecer em contacto com outras classes de cheiros e sensações, que serão enriquecedoras para ele.

Uma boa opção é sempre levá-lo a um lago, parque ou à praia. Qualquer tipo de actividade será importante, porque isso permitirá o aprofundamento da relação entre vocês e fortalecerá o vínculo.

 

 

Brinquedos

Algo engenhoso, além de económico, que você pode fazer para o seu cão é criar alguns brinquedos que sejam interactivos.

Considerando que você já conhece quais são os gostos do seu amigo, poderá usar isto a seu favor para fazer algum tipo de brinquedo que lhe seja divertido e que também resulte em algum tipo de exercício para ele.

Por exemplo, você poderá encher uma caixa com alguma recompensa e deixar que ele descubra como tirá-las de lá ou poderá, simplesmente, comprar numa loja de animais algum brinquedo que seja deste tipo e que entretenha o seu cão por muitas horas (petlandshop.com).

 

 

Treino

Não é necessário pagar um treinador. Simplesmente pode seguir algumas recomendações básicas de treino canino para que possa trabalhar com o seu cão aspectos do dia-a-dia, convivência e alguns comandos básicos como, por exemplo, responder à sua chamada.

A educação dos cães é fundamental, pois esta permite-lhe estabelecer um papel de domínio sobre ele. Além disso, evitará que sejam desenvolvidos comportamentos anormais e fará com que ele tenha mais confiança em si.

Por último, parte dos segredos fundamentais para o adequado desenvolvimento de seu cão são o afecto, a companhia e o tempo que dedica ao seu amiguinho.

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Entra hoje em vigor a lei que proíbe o abate de animais nos canis municipais

A lei que proíbe o abate de animais como medida de controlo da população entra hoje em vigor no continente, mas os responsáveis veterinários afirmam que o problema dos animais abandonados vai aumentar.

 

O Bastonário dos Médicos Veterinários, Jorge Cid, mostrou-se "preocupado e apreensivo" relativamente à falta de ação dos municípios para se adaptarem à proibição de abate de animais.

 

"Vejo com alguma preocupação, apreensão e alguma tristeza que não haja nenhuma evolução nesta matéria e não se esteja a querer estudar o assunto de base que é o que me parece que vai resolver o problema", afirmou o bastonário em declarações à agência Lusa.

 

O bastonário dos veterinários reforçou que só o combate ao abandono dos animais poderá ajudar a resolver o problema do número de animais nos canis e nas ruas, que as famílias portuguesas não têm capacidade de adotar.

 

"Parece-me que o caminho é precisamente o combate ao abandono e realmente criar condições para que as pessoas não abandonem os animais e estudar este problema a fundo, aí é que acho que devia incidir o esforço", frisou.

 

Em vigor desde 23 de setembro de 2016, a lei que aprova medidas para a criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e estabelece a proibição do abate de animais errantes como forma de controlo da população estabelecia um período transitório de dois anos para adaptação, que termina hoje.

 

Também Ricardo Lobo, membro da direção da Associação Nacional de Médicos Veterinários dos Municípios (ANVETEM), afirma que o problema dos animais errantes é um "problema de educação".

 

"O problema dos animais errantes tem que se resolver com tempo, é um problema basicamente de educação das pessoas e o que temos de baixar é este número perfeitamente absurdo de animais que nos chegam aos Centros de Recolha Oficial (CRO). Baixando este número de animais que nos chega aos Centros de Recolha Oficial obviamente que deixamos de abater animais", disse.

 

A partir de hoje é proibido o "abate de animais em centros de recolha oficial de animais por motivos de sobrepopulação, de sobrelotação, de incapacidade económica ou outra que impeça a normal detenção pelo seu detentor".

 

De acordo com a lei, os animais acolhidos pelos Centros de Recolha Oficial que não sejam reclamados pelos seus donos no prazo de 15 dias, a contar da data da sua recolha, são "considerados abandonados e são obrigatoriamente esterilizados e encaminhados para adoção".

 

O diploma prevê também a "integração de preocupações com o bem-estar animal no âmbito da Educação Ambiental, desde o 1.º Ciclo do Ensino Básico" e a dinamização anual de "campanhas de sensibilização para o respeito e a proteção dos animais e contra o abandono".

 

A Região Autónoma da Madeira deixou de abater animais nos canis municipais em 2016 depois de aprovar a proibição do abate de animais de companhia e errantes e definiu um programa de esterilização, em sessão plenária no parlamento insular em 04 de fevereiro de 2016, que entrou em vigor 30 dias depois.

 

Já os municípios da Região Autónoma dos Açores têm até 2022 para se prepararem para o fim do abate de animais nos canis municipais apesar de haver já alguns municípios a tentar antecipar o fim do abate.

Fonte: Diário de Notícias

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